sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Rimas Refletidas

Chove no lago
Ondículas circulares perfeitas
Interferem quase nada
Não se violam, porém:
Permanecem intactas
E seguem linha reta, radial

Fica radical
Turbulência nas lágrimas
Que caem do além
Forma-se figura animada,
Gotas mal feitas
De todo lado.

Tudo parado
Tudo segue mesmas receitas:
A imagem espelhada
Daquilo que vai e vem,
Pessoas feito máquinas
Não notam o normal.

É gravitacional,
Com consequências ópticas,
A motivação de quem
Cai, feito ameaçada
Seguindo as primeiras
Sobre o que surgir morgado.

O lago morgado de todo lado parado
E as primeiras receitas perfeitas feitas:
Ameaçada nada! Espelhada e animada
Como quem vem do além, porém
Como lágrimas ópticas: máquinas intactas!
Radical! E a gravitacional segue normal radial...

segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Feliz 2008!

Falta pouco menos de 2h30 para romper o ano novo aqui em Recife. Muitos fazem uma reflexão do ano que está se findando, muitos já estão refletindo no próximo ano, fazendo planos e promessas e muitos não estão fazendo nada. Na verdade, tudo isso é bom :)! Refletir o passado para fazer o balanceamento de tudo o que foi feito, é relevante. O que fizeste no ano que está se findando? Qual foi o saldo das suas atividades? Fizeste mais coisas ruins ou coisas boas? Suas ações contribuíram para seu crescimento ou para te diminuir? E os outros? As pessoas que te rodeiam. Será que elas cresceram com a sua companhia? Ou só má impressão de ti? Essas perguntas tu podes fazer. Na minha adolescência escutei uma frase que nunca esqueci, ela diz: Quem esquece o passado corre o grande risco de voltar para ele.

Refletir o futuro é igualmente relevante. Mas com o passado já refletido, se tem um norteamento, uma noção, para onde se quer ir ou para onde não se quer ir. Pois bem, o que é que esperas para 2008? Repetir as mesmas coisas de 2007? Ou ir a um patamar superior? Certamente a segunda opção. Mas para se ter sucesso na vida dois personagens são relevantes nessa saga. Tu e os outros. Sim, as pessoas que te rodeiam. Elas são essenciais no seu sucesso em 2008. Desde pequeno eu aprendi uma coisa que resume o caminho do bom relacionamento entre as pessoas, isto é, o caminho das pedras. Duas frases que diz a mesma coisa: "O que não quer pra si, não dá aos outros" e "Amai o próximo como a ti mesmo". Na verdade, a segunda é bem mais abrangente que a primeira, já pensou? Posso dizer que a primeira é um corolário da segunda. :P

E o não fazer nada? Em algum momento da vida fazer nada é fazer tudo!!! De vez em quando seu sistema anatômico precisa hibernar, repousar, fazer nada. Veja, isso é de vez em quando viu seus malandritos.

Eu acabei de receber uma mensagem de felicitação que diz: "Em 2008, desejamos que você tenha tempo pra levar seus filhos na escola, que consiga combinar aquele encontro com os amigos, que passe um dia inteiro na praia, que termine aquele projeto que está na gaveta, que faça aquela viagem sonhada, que possa fazer suas compras sem pressa. Enfim, desejamos que 2008 seja melhor que 2007."

É isso e muito mais que todos nós do Interferência Construtiva desejamos para os nossos leitores e suas famílias. Em resumo posso dizer que as interferências da vida sejam mais construtivas de que nunca!

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

...e o que você fez, seu malandritos ?

Então é Natal e nós tamo aí. Eu juro que esperei até o último minuto que alguém tomasse a iniciativa natalina aqui no blog. A turma anda meio devagar e traumatizada pelos posts quilométricos de outrora. Pelo visto, sobrou pra mim... serei muito breve. Eis que estou de férias e aqui no Caribe a taxa de bancada vale ouro. Por falar em ouro, um fanfarrão dos Reis Magos extrapolou a cota combinada e deu OURO de presente, enquanto seu desafortunado companheiro repassou uma 'mirra' do natal passado. Assim, surgiu a falta de noção nos amigos secretos. Se o Rei Mago pode... é nozes. Repassei este ano sem o menor peso na consciência aquela camisa GG. E você, passa ou repassa ?

Essa é a época de todo mundo comprar roupa nova e ficar pagando de bacana no jantar da família. Eu vi na TV uma receita de panetone com pitadas de ouro comestível na cobertura. Tem tia que adora bolar e mandar fazer essas paradas. E, como a bolação não tem limites, tem gente que finge que já comeu isso antes e tem a cara de pau de dizer que prefere 24 quilates porque 18 é meio amargo. Só me diga pra quê se fazer de bacana se, quando chegar em casa, vai tudinho pegar o filtro de café e garimpar na privada de 4 horas da manhã em busca daquela pepita ? Tá pensando que engana quem ?

Se Papai Noel existisse, o nome dele seria Sérgio Rezende. Vocês têm que pedir a benção toda vez que ele passar no corredor. Fundou o departamento e agora aumenta nossa bolsa sempre que possível para financiar nossos drinks no Caribe. Isso aih Papai, mostra pra eles ! Pena que ele não vive o cotidiano do departamento... e foi num desses dias comuns, num seminário de sistemas complexos, observando o professor Ricardo Emanuel, que eu pensei: por que ninguém se veste de Papai Noel aqui no DF ? Seria perfeito colocar um saco nas costas e distribuir dois quilos de maracujina para o corpo docente. É claro que um quilo desses já tem dona. Ei, dispense... vocês sabem dizer se os professores lêem esse blog ?! Cuidado aí , se contar pra Mauro, ele vai espalhar no Comgrad, na Compg, e minha pós sanduíche vai ser na Lituânia... acho melhor assumir um pseudônimo. Você também é joselito e tirou muita onda de professor esse ano?

Debaixo da abóbada celeste, jaz um ser de luz e uma pergunta que não quer calar. O que você fez , seu malandritos ? Tirou muita onda? Copiou muita lista ? Solucionário até o talo ? Vídeo game no DA ? Se liga, rapá !

Feliz Natal, Brasil.

terça-feira, 27 de novembro de 2007

"Todas as vezes que nós brigamos a culpa não foi minha"

Primeiramente, gostaríamos de saber: quem é o culpado por iniciar uma briga? A resposta pode ser rápida e clara se formos pragmáticos: o culpado é quem se sente ofendido e ofende em resposta. O impulso, a causa inicial que dispara a fagulha pde ser de dois tipos: o intencional e o não-intencional. Por vezes dizemos coisas aparentemente inofensivas para nós sem nos dar conta da ofensividade do ato, já que a resposta ao impulso é completamente subjetiva nesse caso. Cabe ao ofendido decidir se tal insulto foi intencional ou não-intencional. Como, por exemplo, quando uma pessoa esbarra em alguém na rua ou no ônibus. É pouco provável que tenha sido intencional dadas as condições de pressa e aperto nos respectivos casos. Entretanto, uma pessoa num estado de mau-humor, numa fila ou num jogo de futebol, pode levar tal ocasionalidade como insulto intencional e acabar provocando uma briga. A tendência da pessoa que provocou o insulto é variada, também, pelo seu estado de espírito. Daí concluímos que a amenização ou obstrução da briga se dá quando, de forma lúcida, uma das partes decide abdicar do seu direito de resposta diante de uma causa maior: o bem-estar de ambas as partes. Tudo isso descreve o que podemos chamar de insulto não-intencional ocasional, isto é, o que acontece por acaso.


Entretanto, existe uma outra classe de insulto não-intencional de insulto não-intencional por neglicência. Esta classe de insultos se dá principalmente entre aquelas pessoas que se conhecem e convivem diariamente. Dada a convivência diária, além dos limites impostos sobre o ambiente de convívio e a privacidade de cada um, existem casos em que as pessoas sentem a necessidade de expressar sua opinião sobre escolhas e atos dos outros indivíduos motivados pelas mais diversas causas subjetivas. Por vezes, tais opiniões consistem em um insulto, interpretado como intencional ou não, forçando a pessoa ofendida a se defender de alguma forma para evitar tal sensação desagradável. É a sensação desagradável do insultado que domina nesses casos. Dado o contínuo convívio, cabe à pessoa que fez o insulto, apesar de não-intencionalmente, apaziguar a situação e evitar tais tipos de comentários. Não ter a sensibilidade para entender quais tipos de afirmações podem ser insultos, mesmo depois de uma certa convivência, consiste o núcleo do insulto por negligência. Apesar de ter sido avisado pelo insultado sobre o seu desprazer com o comentário, o insultador peca por não refletir sobre suas ações e evitar o conflito. Pode-se argumentar que o insultado é pessoa complicada, que tal tipo de opinião é muito branda e singela para ser taxada como insulto. Daí clama-se o apelo de ambas as partes. Se o objetivo do insultador é não nocivo, mas, pelo contrário, edificante e bondoso, este deve procurar outras formas de opinar sobre as ações do insultado de forma que este não sinta-se ofendido. Por outro lado, cabe também ao insultado ter a sensibilidade de perceber a não-intencionalidade do colega (ou interpretar dessa forma), e procurar refletir sua ojeriza diante de tal tipo de opinião e tirar conclusões amenas sobre o caso.

Em quaisquer dos casos acima de insulto não-intencional, fica claro que a extinção do conflito deve vir de ambas as partes. É difícil argumentar em linhas gerais quem seria o culpado neste tipo de briga, se o insultador, por achar seu comentário banal, ou se o insultado, por não refletir sobre a não-intencionalidade do insulto. Ambas as partes estão sendo egoístas nesse momento. Ainda mais, dado que a classificação de culpabilidade entre insultador e insultado é amplamente subjetiva, é egoísmo igualmente, perguntar-se quem iniciou a briga! Fazer-se tal questionamento é negligenciar a sensibilidade do próximo, sendo um ato que pode gerar até mais briga. Até mesmo na classe de insulto intencionais, pode-se argumentar que a pessoa insultada está sendo igualmente egoísta por não procurar apaziguar a briga e fazer o melhor para ambas as partes. Portanto, é realmente difícil saber quando se faz necessária a postura defensiva da parte insultada.

Na realidade, boa parte das brigas poderiam ser resolvidas se o insultado considerasse todos os insultos, mesmo os mais perniciosos, como edificantes. Que tem ele a perder com isso além do seu precioso orgulho? De fato, vários problemas sociais e políticos poderiam ser resolvidos se as pessoas engolissem seus orgulhos e simplesmente tentassem entender umas às outras, as idiossincrasias de cada ser. Por mais cético e ateísta que eu seja, não posso deixar de citar Jesus que estava muito certo em dizer: "Amai aos outros como a ti mesmo". Em face da briga, meu pai fez-me ver mais claro...

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Nem 8 nem 88...

Caro Domingos, eu até que não arranjei tanta confusão por escrever; por sentir falta, vou cair no erro de discutir religião...

Estava aqui a ler e reler postagens e comentários e lembrei que havia prometido responder à postagem "E a Morte" que Eliasibe escreveu pelo dia de finados (para ver, a promessa está listada entre os comentários). Minha última postagem escrevi depois de ler algo que eu não concordava tanto e queria colaborar na discussão. Agora venho em missão idêntica.
Aconteceu que um de nossos colegas de departamento comentou a postagem de Eliasibe com uma ênfase tão grande que não deixei de tentar ver as coisas dos dois lados da moeda. Mas a postagem de Eliasibe nem teve tanto cunho religioso quanto aparentava ao leitor do comentário. Pregação? aff e olhe que eu quase odeio isto! Mas de pregação houve nada(...)! Eliasibe disse apenas que a religião tem alguma importância.

A ciência tem como objetivo estudar a natureza em todos os limites termodinâmicos (rsrs, é que acabo de sair de uma prova de mecânica estatística). Não podemos taxar eventos sobrenaturais como sobrenaturais, a meu ver, se não tivermos pleno conhecimento prévio dos comportamentos que a natureza tem sobre estas circunstâncias. Quem não teria antes dito que a supercondutividade não seria um fenômeno sobrenatural? Aliás, por muito tempo filósofos atribuíam alma à magnetita e aos objetos eletrizados, estou errado?
Eliasibe foi equivocado, eu concordo, em dizer que a ciência não ajuda em assuntos referentes à morte e à consciência, a existência do espírito, etc... A ciência não objetiva estudar estes eventos. Aliás, muitos cientistas terminaram suas vidas pesquisando estes temas (lembro de ter lido a tempos atrás que Sir Isaac Newton escreveu livros de cunho religioso e no final da vida se reservou apenas a religião - Filmes relatam sua participação em organizações religiosas por acaso?) sem, no entanto, misturar com o estudo objetivo da natureza e, quando misturavam, esta colaboração era espontaneamente rejeitada.
A religião, em relação à ciência, tem um papel relativamente diferente: confortar a alma da criatura de alguma maneira, mesmo que seja com uma filosofia barata como em muitos casos. A ciência tem uma responsabilidade diferente: de ser objetiva, reproduzível e representar a natureza. Mas o homem é apenas um, tem apenas uma mente e deve organizar tudo de forma coerente. Suas crendices religiosas e suas crendices científicas (porque tem muita coisa na natureza que se acredita sem questionar, também!) devem estar em acordo e, sinceramente, eu procuro que as MINHAS estejam (pelo menos em minha mente).
Descartes era um cara sábio, embora um tanto antisocial. No "Discurso do Método" ele nos introduz o método científico, mas é nas "Regras para a Direção do Espírito" que as regrinhas do método são nitidamente encontradas. O cara duvida de tudo, pois não pode provar nada sem ter antes que conceber algo que alguém o tenha dito antes (a informação está verdadeira?) em seguida ele percebe que tudo pode estar errado e pode tudo ser uma grande farsa (até a própria existência). Assim ele concebe que não pode duvidar que ele está duvidando, ou seja, que ele está pensando. Então tem algo que é verídico: a dúvida existe. Ele logo induz que deve haver, necessariamente, alguém que está tendo a dúvida, alguém que a pensou. Logo se ele pensa, ele deve existir... Até aí nada de novo, mas o que quero destacar é que imediatamente depois de uma discussão semelhante à exposta ele procura PROVAR A EXISTÊNCIA DE DEUS usando o seu método indutivo-dedutivo!!! Ele também achava que suas crendices religiosas não deviam entrar em desacordo com suas crendices científicas (chegando ao ponto de misturar os temas).
Religião o que é? Me peguei pensando nisto principalmente quando imaginava uma maneira de aumentar a carga horária de física nas escolas do ensino médio, pois no meu tempo havia uma disciplina com esta nome e ela tratava de coisas sociais, de formar um cidadão respeitador que esteja ciente de seus direitos e deveres e que se mobilize para garantí-los. Religião, em minha concepção, é algo muito mais grandioso que ir à igreja e acreditar em (D-d)eus(es): é acreditar nas outras pessoas, no social, nos feitos e desfeitos das outras pessoas; é se conceber como parte de um todo na humanidade e participar. Religião é uma forma de vida... Mas, senhoras e senhores, o que é a ciência senão isto? É uma filosofia que acreditamos que esteja correta porque nos provaram (...), mas uma religião que prova tudo o que diz deixa de ser religião? Acho que viver de domingo a domingo no departamento de física nas semanas de provas e rejeitar, por este motivo, milhares de convites de eventos e distrações é uma forma de vida também. É a forma de viver de muitos cientistas, é algo religioso...
A verdade... A verdade é o problema de tudo. Os cientistas provam as coisas, seguram "com as mãos" e chegam até a controlar localmente a natureza para verificar suas teorias; eles sabem que aquilo é verdade: vêem e sentem com os próprios sentidos. Os religiosos crêem com fé inabalável, irracional (ou não) e percebem que recebem os frutos de uma vida tranquila; eles sabem uma verdade. O problema é que os cientistas ficam deprimidos quando sabem que milhares de outras pessoas não se interessam em ver e sentir o que eles sabem e sentem e os religiosos ficam loucos para mostrar toda a grandiosidade da vida que levam a todos. Acabam não se batendo... Os religiosos afirmam que os cientistas são orgulhosos que se crêem acima de todos (não notando eles, porém, que esta afirmação só poderia sair de um orgulhoso que se crê acima dos outros...) e os cientistas desprezam os religiosos porque eles são endurecidos às observações óbvias e às engenhosas racionalidades que o homem pôde construir (sem notar contudo, que suas vidas muitas vezes são regidas por uma correria grande e um mata-mata [de quem chega a obter um efeito antes] que nunca aproveitam o que constroem eles mesmos em suas vidas; eles privilegiam o estudos das grandes e complicadas coisas fechando, diversas vezes, os olhos para as pequenas e simples coisas da vida; ficam endurecidos às coisas religiosas...). Nem 8 nem 88, please!
Espero que tenha chegado ao ponto, devido à coerência, de poder dizer que religião é essencial ao ser humano, embora tive que alterar o sentido fragilizado e comum dado à palavra... Essencial tanto quanto ciência, digo agora. Por que não se discute religião? Porque compreende modos normais de vibração de cada pessoa e cada um tem o seu! Porque inclui gostos e formas de ver que dependem da experiência prévia de cada um e isto é pessoal: religião é pessoal. Ninguém tem a mesma e exata concepção sobre qualquer que seja a idéia, ninguém pode ter a mesma religião neste sentido. O que vemos e que chamamos de igrejas e seitas e doutrinas nada mais é que o campo externo H que "magnetiza" as pessoas de forma que as idéias para elas fiquem o máximo possível alinhadas, o máximo possível igualmente distribuídas. Mas existe um campo intríseco devido principalmente aos "vizinhos mais próximos" que também participa do hamiltoniano total do sistema... Esta influência da interação "pessoa-pessoa"(analogia com a interação dipolo-dipolo) pode ser diminuída tanto quanto podemos chegar ao zero absoluto de temperatura, ou seja, sempre existe uma interação nossa, pessoal e intransferível. Note que existem várias formas de interagir com o campo externo H!! Você pode ser uma criatura "diamagnética" e rejeitar influência do campo, magnetizar-se-á em outro sentido; ou você pode ser uma criatura "ferromagnética" e se magnetizar aumentando o campo externo. Existem ainda algumas outras formas de interagir com ele... Assim você pode rejeitar a idéia que as igrejas lhe oferecem, entrar e participar propagando a doutrina ou pode interagir de outras formas.
Eu poderia, antes de escrever este texto que até ficou grandinho, simplismente ter ignorado o comentário de nosso amigo do DF como eu aconselharia, por sinal; mas o tema me interessa (deu pra notar?) e eu queria dar meu parecer sobre estas coisas. Na verdade este é um motivo meio distorcido, porque a verdade é que achei o comentário muito forte para aquela postagem que me pareceu algo do tipo "ah! não vamos deixar o dia de finados passar em branco...". No ensino médio minha professora de religião (ou terá sido de filosofia? se eu me lembro disso deve ter sido das duas matérias, rsrs) me disse que havia duas formas de criticar (ah! me lembrei, a professora de português também chegou a comentar): uma destrutivamente e outra construtivamente... Rapaz, no comentário houve até uma sugestão de suicídio!!! Isto não é, certamente, uma forma construtiva de se criticar... Acho que o nome do blog deixa bem claro quais as interferências que queremos ter aqui. Venho solicitar que este nome sabiamente e democraticamente escolhido venha ser considerado desde então.
Agora pra finalizar ao estilo Fábio: É provável que você leia o meu texto e se "magnetize" com ele. Mas a probabilidade que seu comportamento seja "diamagnético" ou "ferromagnético" depende de sua religião, rsrs.
Grande abraço a todos.